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domingo, 31 de julho de 2011

ESTUDO SOBRE O ESPINAFRE

Onde a tecnologia e o estudo podem servir de ajuda. A matéria a seguir deixa isso muito claro. Faz com que pensemos também que o uso indiscriminado pode nos trazer doenças e nem sempre saúde. Os chás são exemplos disso. as comidas também. Em tempos de notícias sobre a anemia e a falta de ferro, é sempre bom recordar.

Por que o espinafre faz mal à saúde
O consumo do espinafre aumenta a cada dia que passa. O famoso marinheiro Popeye, faz propaganda do alimento, dando a entender que quem come espinafre está sempre forte e pronto para superar qualquer obstáculo. O que poucos sabem, é que no mesmo país de origem do desenho (Estados Unidos), há algumas décadas atrás, a ingestão de leite batido com espinafre (o objetivo era enriquecer a bebida com ferro), causou a morte de crianças recém-nascidas. 


A doença ficou conhecida como doença do branco do olho azul, pois o branco dos olhos ficava dessa cor. Posteriormente, descobriu-se que a presença do espinafre no leite era a causadora da tragédia, mas na época (1951) o fato foi encoberto e o desenho do marinheiro Popeye continuou a ser exibido.


Por que devemos tomar cuidado com o espinafre


O espinafre é um dos alimentos vegetais que mais contém cálcio e ferro. Entretanto, esses dois minerais são pouquíssimo aproveitados pelo nosso corpo, já que o alto teor de ácido oxálico no vegetal inibe a absorção e a boa utilização desses minerais pelo nosso organismo. Os estudos mostram também que o ácido oxálico do espinafre pode interferir com a absorção do cálcio presente em leites e seus derivados.
Esse fato sugere que o espinafre em uma refeição pode reduzir a biodisponibilidade de cálcio de outras fontes que são consumidas ao mesmo tempo. Por isso, se no seu almoço você comeu uma torta de queijo com espinafre, tenha certeza que grande parte do cálcio do queijo não foi utilizada pelo seu organismo.


Outra grande preocupação é o possível efeito tóxico que a ingestão de grandes quantidades dos fatores antinutricionais presentes na planta pode causar nas pessoas. Com o objetivo de avaliar todos esses problemas, uma pesquisa, que resultou em uma tese de mestrado, foi desenvolvida na ESALQ/USP sob minha orientação. O estudo intitulado "Avaliação química, protéica e biodisponibilidade de cálcio nas folhas de couve-manteiga, couve-flor e espinafre" teve como objetivos verificar se determinadas plantas podiam ser utilizadas na dieta humana, sem causarem prejuízos à saúde e o bem-estar do indivíduo.


A pesquisa da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ/USP) As folhas estudadas foram adquiridas no comércio local e a folha de espinafre foi também adquirida de outros dois locais: da Fazendinha da UNIMEP e da horta do Departamento de Horticultura da ESALQ/USP. Essas folhas foram lavadas, secas em estufa e moídas. A seguir, foram acrescentadas nas dietas que foram avaliadas durante o ensaio experimental com duração de 30 dias.


Resultados

Os resultados começaram a impressionar quando verificamos os teores dos dois fatores antinutricionais investigados: ácido fítico e oxálico. A folha de espinafre apresentou valores muito altos em relação às demais. Como conseqüência desse fato, os animais alimentados com a folha de espinafre morreram na primeira semana, e portanto, não puderam ser avaliados até o final do estudo. Várias tentativas foram feitas, utilizando dietas com folhas de espinafre cozidas (acreditávamos que o calor pudesse destruir os fatores tóxicos presentes) ou folhas de espinafre provenientes de outros locais (livres de agrotóxicos que pudessem ter influência).


Contudo os mesmos resultados repetiram-se, ou seja, houve a morte dos animais com hemorragia, tremores e perda de peso. Os rins dos animais mortos foram retirados e analisados pela Faculdade de Odontologia de Piracicaba/UNICAMP. De acordo com o laudo apresentado pelo Departamento de Patologia, foi comprovado inchaço renal, indicando uma nefrotoxidade, edema celular e depósito de substâncias aparentemente cristalizadas nos túbulos renais, o que provoca disfunção renal.


De acordo com vários pesquisadores, a explicação provável estaria na presença do ácido oxálico no alimento, que além de causar um balanço negativo de cálcio e ferro, em doses superiores a 2g/Kg de peso, pode causar toxicidade nos rins. Já o ácido fítico, quando na proporção de 1% na dieta, seria o responsável pela redução do crescimento dos animais jovens. Na década de 80, estudos já atribuíam ao ácido oxálico sintomas como lesões corrosivas na boca e trato-intestinal, hemorragias e cólica renal, causados pela ingestão de plantas ricas nesta substância. De acordo com esses mesmos estudos, o espinafre que possui a relação de ácido oxálico/cálcio superior a 3, deve ser evitado. Na nossa pesquisa isso foi observado.


Com relação às demais folhas, couve-manteiga e couve-flor, não foi observado nenhum efeito tóxico, verificando-se que a melhor biodisponibilidade e retenção de cálcio nos ossos (73%) ocorreu nos animais que ingeriram a dieta contendo couve-manteiga.
Os resultados desse estudo nos levam a acreditar que o consumo de espinafre deve ser substituído por outros vegetais folhosos, já que os efeitos proporcionados pela ingestão das substâncias antinutricionais presentes na folha, podem ser prejudiciais à absorção de nutrientes importantes para nossa saúde, e essas mesmas substâncias podem causar sérios problemas tóxicos.


Os resultados também sugerem que além da grande presença de ácido oxálico e fítico, provavelmente a folha do espinafre contenha outras substâncias tóxicas, que supostamente levaram à óbito os animais do estudo, bem como causaram o incidente com os recém-nascidos nos Estados Unidos. Essas substâncias, ainda não identificadas, exerceriam ações tóxicas em pessoas mais sensíveis e levariam a chamada "doença do branco do olho azul". Fica claro, portanto, a necessidade de mais estudos elucidativos a respeito do assunto.


Finalizando, a minha dica é que todos procurem dar preferência a outros vegetais folhosos em substituição ao espinafre: a couve, brócolis, folha de mostarda, agrião, as folhas de cenoura, beterraba e couve flor e leguminosas como os feijões, ervilhas, lentilhas e soja são as melhores opções para quem quer consumir fontes alternativas de cálcio e ferro.


Jocelen Mastrodi Salgado*


* Profª. Titular de Vida Saudável da ESALQ/USP/Campus Piracicaba. Autora dos livros: "Previna Doenças. Faça do Alimento o seu Medicamento" e "Pharmácia de Alimentos. Recomendações para Prevenir e Controlar Doenças", editora Madras.
http://www.portalverde.com.br/alimentacao/perigos/espinafre.htm

Homeopatas dos Pés Descalços




sexta-feira, 29 de julho de 2011

A ESTATÍSTICA DA FALTA DE SAÚDE

É o que revela a Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil, estudo realizado pela primeira vez pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) a partir de uma sub amostra de domicílios da última Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF 2008-2009).
Além de abusar do sal, o brasileiro ingere pouca quantidade de outros nutrientes, como o cálcio, encontrado em laticínios e responsável por proteger contra a osteoporose. Mesmo os 10% da população que mais consomem leite, têm ingestão abaixo do ideal. 
Na parcela mais jovem pesquisada, entre 10 e 13 anos, em torno de 95% têm ingestão menor do que os 1.100 mg diárias recomendadas. Mais...

O que sabemos pela rádio corredor, ou seja, aquele comentário do supermercado, do elevador de casa, da padaria, do salão e das mesas de trabalho é que a nova moda mundial para o dia a dia é: tomar vit. D, e um ansiolítico pra relaxar, além das eternas sensações de cansaço e com elas os energéticos.
Na luta que ninguém entende e acaba por ficar louco; estão o cálcio e a eterna luta contra e a favor do leite, a carne, as verduras, o magnésio que até que enfim alguém se lembrou que ele existe e controverso ferro.
Leite, dietas japonesas deixam claro que leite é pra criança, bezerro e coisas do gênero, comer os derivados do leite não é um crime, mas a conversa é longa. Quase todo mundo conhece alguém que tenha intolerância ao leite, mais todo mundo sabe que o leite provoca muco e piora as alergias. Outra verdade é que leite combinado com banana é uma verdadeira panacéia para os idosos. Mais um ponto a se discutir sobre o leite é que o de cabra quase ninguém tem problema – será porque o consumo é pequeno? 

 
Ou porque ainda não estragaram o leite de cabra com trezentas substancias pra render mais? Eis uma boa questão. Sabemos que o leite de soja costuma ser pesado e deixa gases. Aqui pelo ocidente foi introduzido a pouco tempo – na escala macro – e hoje em dia quase toda a classe média consome ou sabe do que se trata ou substituiu de vez de vez o leite comum por ele.
Quem não se lembra da guerra com a manteiga em prol da margarina? No fim a margarina virou vilã e reapareceu de roupagem nova, como a queridinha dos Cardiologistas.
Nos Estados Unidos se divulgou uma dieta anti câncer – modelo japonês – que exclui o leite e derivados. Na Índia o Ch’ai é sem sombra de dúvida uma bebida que ninguém discute, toma. E se tivéssemos leite na Somália, muitas crianças e adultos estariam com mais possibilidade de vida. O leite quente com canela, com manteiga ou a famosa gemada faz parte da medicina caseira no Brasil e fora daqui e quem ainda não tomou um desses na vida. Difícil dizer.

Existem outras fontes de cálcio bem mais abandonadas e com um bom efeito no organismo. Eis a parte onde a cultura e a educação entram na saúde da população. Ok, o leite e seus derivados ganham de montão, até leite condensado entra na lista, mais sardinha, bacalhau, taioba, quiabo, couve, chicória, agrião, feijão, grão de bico, azeitona, morango, sorvete, castanha do para, damasco, castanha do Pará, amêndoa, pão, gelatina, erva mate, ameixa, figo, laranja, girassol, orégano e hortelã. E por aí vai.
O drama é que comemos em média pouca variedade, ou por falta de imaginação, ou de poder aquisitivo ou por falta de gosto mesmo. O cálcio não comanda só, ele inclusive se não vier acompanhado de vit D (permite a absorção do cálcio) e de magnésio (fixa o cálcio nos ossos), fica difícil.


A vit D encontra pela frente a onda da beleza – exposição ao sol mata – a pele de bebê aparece nos jornais e revistas e invadem as casas. O pessoal ou exagera se torrando no sol e alargando a lista do câncer de pele ou coloca três dedos de altura de protetor solar fator 1000 que não adiante de nada. Vitamina D se adquire com parcimônia, 10’ de exposição ao sol e pronto, já ajuda muito. O sofrimento de países frios como a Dinamarca, a Noruega e outros é que o digam. Se você não pegar sol e for vegetariano radical piorou e muito, vai ter que introduzir de forma sintética mesmo, se for pobre, a não ser pescador (que tem o problema do excesso do sol) fica ainda mais difícil. As fontes de vitamina D são o salmão, bagre, sardinha, atum, cavalinha, cogumelos e ovos. Tirando o ovo, peixes são alimentos caros e cogumelos ainda é novidade na comida das pessoas (ocidente). Além disso já se sabe que a falta da vitamina D traz como conseqüência o aparecimento de doenças crônicas como tuberculose, pressão alta, câncer, esclerose múltipla, depressão, esquizofrenia.
O magnésio nem tão lembrado é mesmo não sendo figura difícil de achar como na Granola, Aveia, Farelo de trigo, Arroz integral, melaço, manteiga de amendoim, figo (seco), uva passa, mandioca, Amêndoa, Amendoim, Banana e Leite entre outros. O que pouca gente sabe é que esse rapaz, o magnésio acaba se metendo em mais de 300 reações metabólicas e essenciais para a saúde e o bem estar.
 

Ele é quem atua na comunicação entre as células, ajuda no metabolismo de gorduras e carboidratos (energia e vitalidade) no DNA e RNA (síntese de moléculas essenciais) e é claro dá uma força pro cálcio quando se trata de constituição de ossos e membranas e muito mais.  O Magnésio está também envolvido na regulação dos níveis de seratonina e participa integralmente da produção de energia e da contração muscular.
E voltamos de novo para o assunto. Quando se tem comida e se pode comprar e escolher, você é bombardeado pela indústria de alimento e pela indústria química. Quando você não tem muitos recursos acaba comento de forma mais saudável e sem grandes variedades. E se você está na faixa da população que passa fome, não irá ler essa matéria e você deveria ser o mais privilegiado.
O que se joga no lixo todos os dias são as melhores partes dos alimentos, as mais saudáveis pelo ao menos. Discute-se como se alimentar, o certo é isso, o melhor é aquilo. Cada país e seu próprio solo desenvolvem condições adequadas de alimento, compatíveis ao clima. No México se come cactos e nos Estados Unidos também, no sertão Brasileiro idem, na China após a Grande Morte por fome aprenderam a comer gafanhoto e outras tantas fontes de vitamina e proteína capazes de estabelecer a saúde e a vitalidade de uma forma geral a qual chamamos de comida exótica.
Cada qual com seu cada um e isso é o mais correto, pelo ao menos nos parece. Essa discussão fica na barreira daquilo que não queremos ver e fazermos de conta que não existe, é justamente o que compramos indiscriminadamente nos supermercados que falta na mesa de muitos. A comida saudável é quase uma utopia, desde que abandonemos o radicalismo é claro. Comprar remédios ao invés de comida é uma preocupação constante, porque essa moda pegou e anda se alastrando exatamente na camada da sociedade que pode comprar. Quem compra briga contra é chamado de louco, radical e antigo, no mínimo. Doenças graves, crônicas e outras do nosso tempo são perpetuadas pela má alimentação e isso passa indiscutivelmente pela educação e pela saúde.
Faltou vitamina, deu cansaço, ficou triste, anda inflamando muito a garganta, câncer, osteoporose, tudo enfim, verifique o seu carinho de supermercado. Tudo industrializado perde e muito o poder de prestígio no seu armário e repense não brigar mais com a cozinha. Cozinhar não é mais coisa de homem fresco, mulher desocupada ou só dona de casa e de gente sem qualificação. Entrar na cozinha é mais, muito mais que isso. É usar do seu direito de conhecimento para melhorar a sua saúde com educação.
Discutimos carências de vitaminas jogando comida no lixo, discutimos a alta dos preços, aumentando nosso estoque de bebidas e dizendo que isso faz parte da idade, compramos uma cartela de anti depressivos porque estamos abalados com isso e com aquilo.
Não é nunca mais comer lasanha congelada, é saber comprar a massa, escolher ou fazer o molho ou simplesmente mudar de molho. É remodelar o pensamento sobre o que somos e quem queremos ser. No fundo é simples e a gente complica mesmo. O difícil é lidar com os crescentes pensamentos radicais sobre tudo sem a visão do todo. Qual a discussão hoje sobre alimentos no Quênia? COMIDA. A provisão da cruz vermelha é de arroz, feijão e óleo. Fruta que você deixa perder na geladeira, mesmo que chegue lá deve ganhar um destino e não é a desculpa da consciência fútil – pena que não podemos fazer nada.

A carência de vitaminas nos países ricos, com raras e honrosas exceções são a falta de uma diretriz por parte dos governos afim de inserir educação alimentar nas escolas, medicina preventiva nas cidades e países, controle alimentar sob as indústrias de alimento e dar uma freada na indústria farmacêutica. Para cada etapa sabe-se que os avanços são precisos e prementes, a tecnologia é bem vinda. Entretanto quando a vida do indivíduo começa a perder espaço e servir de preço e valor financeiro, temos de remodelar e repensar.

Podemos e devemos usar suplementos e medicações, podemos e devemos fazer de tudo para que isso seja a exceção e não a rotina. Índices e mostras como a do IBGE no Brasil e pesquisas em outros países devem servir para motivar políticas públicas no sentido de uma melhor formulação das políticas públicas.

PREVENÇÃO SEGUNDO A M.T.C. E A MEDICINA NATURAL
(VEJA AS SUAS REFEIÇÕES DE UMA FORMA DIFERENTE)
“DICAS DE BEM VIVER”


1. DIFICULDADE DE PERDER PESO:
O QUE ESTÁ FALTANDO? Ácidos graxos essenciais e vitamina A.
ONDE OBTER? Semente de linhaça, cenoura e salmão - além de suplementos específicos. 

2. RETENÇÃO DE LÍQUIDOS:
O QUE ESTÁ FALTANDO? Na verdade é um desequilíbrio entre o potássio, fósforo e sódio.
ONDE OBTER? Água de coco, azeitona, pêssego, ameixa, figo, amêndoa, nozes, acelga, coentro e os suplementos. 

3. COMPULSÃO POR DOCES:
O QUE ESTÁ FALTANDO? Cromo.
ONDE OBTER? Cereais integrais, nozes, centeio, banana, espinafre, cenoura + suplementos. 

4. CÃIMBRA, DOR DE CABEÇA:
O QUE ESTÁ FALTANDO? Potássio e magnésio.
ONDE OBTER? Banana, cevada, milho, manga, pêssego, acerola, laranja e água.

5. DESCONFORTO INTESTINAL, GASES, INCHAÇO ABDOMINAL:
O QUE ESTÁ FALTANDO? Lactobacilos vivos.
ONDE OBTER? Coalhada, iogurte, missô, yakult e similares. 

6. FALHA DE MEMÓRIA:
O QUE ESTÁ FALTANDO? Acetil colina, inositol.
ONDE OBTER? Lecitina de soja, gema de ovo + suplementos.

7. HIPOTIREOIDISMO (PROVOCA GANHO DE PESO SEM CAUSA APARENTE):
O QUE ESTÁ FALTANDO? Iodo.
ONDE OBTER? Algas marinhas, cenoura, óleo, pêra, abacaxi, peixes de água salgada e sal marinho. 

8. CABELOS QUEBRADIÇOS E UNHAS FRACAS:
O QUE ESTÁ FALTANDO? Colágeno.
ONDE OBTER? Peixes, ovos, carnes magras, gelatina + suplementos. 

9. FRAQUEZA, INDISPOSIÇÃO, MAL – ESTAR:
O QUE ESTÁ FALTANDO? Vitaminas A, C, e E e ferro.
ONDE OBTER? Verduras, frutas, carnes magras, feijão e suplementos. 

10. COLESTEROL E TRIGLICERÍDEOS ALTOS:
O QUE ESTÁ FALTANDO? Omega 3 e 6 (+ 30 minutos por dia de exercícios físicos)
ONDE OBTER? Sardinha, salmão, abacate, azeite de oliva + folhas verde escuras, frutas (e muita disciplina e força de vontade...)

"A saúde depende da cozinha e de você, só depois vem o médico, e lá atrás a ... farmácia!”.

Herdam-se hábitos alimentares e é preciso algum esforço para mudar...
A maioria das pessoas só muda depois de um susto! Infelizmente algumas não sobrevivem ao susto...
“Não se trata de poder resolver tudo só com algumas dicas, substituir médico, exame e outras coisas do gênero, se trata de poder fazer alguma coisa por si mesmo todos os dias – as dicas não substituem exames e procedimentos médicos, elas apenas nos ajudam a lidar melhor com o dia a dia – isso se chama prevenção”.
Elisa Costa.
(MTC/Homeopata/Esp. Em Fitoterapia)
AMSK/Brasil - HOMEOPATAS DOS PÉS DESCALÇOS


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